A aprovação da chamada PEC da “blindagem” contou com votos favoráveis de três parlamentares sergipanos, dentre os quais, o deputado federal Gustinho Ribeiro, condenado por improbidade administrativa e alvo de uma ação criminal por corrupção passiva.
Também, teve o apoio de Thiago de Joaldo, que chegou a ser preso durante a operação “Castelo de Cartas”, coordenada à época pela delegada Danielle Garcia, atual secretária estadual de Políticas para Mulheres.
Os casos
Gustinho Ribeiro foi condenado em primeira instância em 2011 pela juíza Carolina Valadares Bitencourt da 1ª Vara Cível de Lagarto. Pesou sobre ele, naquela ocasião, o crime de improbidade administrativa, no caso das verbas de subvenções da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) quando foi deputado estadual.
Na ocasição, a magistrada arbitrou a perda da função política (quando ele já exercia o cargo de deputado federal), suspensão dos direitos políticos por seis anos e pagamento multa no valor de R$ 147 mil por danos ao erário.
Em 2023, a sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe e desde então segue ancorado em recurso em instânica superior.
Já Thiago de Joaldo – que exerce o seu primeiro mandato como deputado federal- não tem condenação, mas foi preso sob a acusação de facilitar o esquema fraudes em licitações no município de Itabaianinha, à época em que seu pai, Joaldo Carvalho, era prefeito e em cujas gestões Thiago comandou algumas Secretarias. em 2018, o seu processo foi arquivado.
O deputado Rodrigo Valadares, que também ajudou a aprovar a PEC da blindagem, não responde a denúncias e nem tem registros de investigações por corrupção.








