Segundo um dossiê divulgado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) nesta segunda-feira (27), Sergipe voltou a ter assassinatos de pessoas trans e travestis em 2024. Foram registrados dois, conforme o levantamento.
Em 2023, não foi verificado nenhum caso no estado, depois que cinco pessoas trans e travestis foram assassinadas em 2022.
Desde 2017, quando a série histórica teve início, 2022 continua sendo o ano com o maior número de mortes dessa parcela da população em Sergipe, junto com o de 2018, que teve a mesma quantidade.
Brasil
No país, 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas em 2024. O dado representa uma leve queda em comparação a 2023, quando foram 145 assassinatos.
Segundo o levantamento, o perfil mais frequente das vítimas é formado por jovens trans negras, em vulnerabilidade socioeconômica, “assassinadas em espaços públicos com requintes de crueldade”.